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Estufas e secagem

Estufa para pintura a pó

Estufa para pintura a pó industrial fabricada pela ACCI, com funcionamento por convecção forçada, isolamento térmico em lã de rocha e opções de aquecimento a gás ou elétrico nos modelos contínuo ou câmara, para a polimerização das suas peças.

Estufa para pintura a pó
O que é

Para que serve este equipamento

Uma estufa de secagem é a câmara onde a peça recém-pintada recebe calor até a tinta atingir a cura. Na estufa convectiva, o calor chega pelo ar: um ventilador centrífugo força ar quente em circulação dentro da câmara isolada. Na estufa infrared, o calor chega por irradiação direta sobre a superfície da peça, sem precisar aquecer todo o volume de ar do ambiente.

Ficha técnica

Especificação

Tecnologias Convectiva (ar quente forçado) e infrared (irradiação direta)
Aquecimento Gás, resistências elétricas ou vapor saturado
Isolamento Painel de dupla chapa com lã de rocha de espessura variável
Modelos Contínuo (passagem) ou tipo câmara
Infrared elétrica Ondas curtas, com controle automatizado por PLC e projeto modular expansível
Infrared a gás Reação catalítica, sem chama, com radiadores à prova de explosão
Economia térmica Cortina de ar nas silhuetas de entrada e saída nos modelos contínuos
Materiais curados Metal, plástico, vidro e madeira; tinta líquida, tinta em pó e verniz

Especificações da família. As dimensões e a capacidade deste equipamento saem do levantamento da sua peça e da sua produção.

Como funciona

O mecanismo

Na convectiva, o ar é aquecido por gás, resistências elétricas ou vapor saturado e circula em fluxo balanceado pela câmara, cujo painel é de dupla chapa com lã de rocha de espessura variável. Nas estufas contínuas, uma cortina de ar nas silhuetas de entrada e saída das peças reduz a perda de calor. Na infrared, radiadores emitem diretamente sobre a peça: o modelo elétrico usa ondas curtas com controle automatizado por PLC, e o modelo a gás opera por reação catalítica, sem chama, com radiadores à prova de explosão.

Aplicações e segmentos

Cura de tinta líquida, tinta em pó e verniz sobre peças de metal, plástico, vidro e madeira, em automotivo, metalmecânica, autopeças, linha branca e moveleiro.

Diferenciais

O que muda em um equipamento de fábrica

Cura sem chama exposta

O modelo infrared a gás cura por reação catalítica, sem chama, com radiadores à prova de explosão — para processos onde a estufa convencional não entra.

Menos gás pela porta

A cortina de ar nas silhuetas, somada ao isolamento em dupla chapa com lã de rocha, reduz a perda de calor da estufa contínua.

As duas tecnologias, um fornecedor

Quem fabrica só convectiva recomenda convectiva. A ACCI fabrica as duas e apresenta o trade-off de cada uma antes da proposta.

Construção expansível

O projeto modular da linha infrared permite acrescentar módulos quando a produção cresce, sem trocar o equipamento.

Onde entra na linha

Este equipamento não trabalha sozinho

A ACCI fabrica o estágio anterior e o posterior. Especificar os três juntos é o que evita a incompatibilidade que aparece só na hora da montagem.

Convectiva ou infrared: qual serve para a minha peça?
A convectiva aquece o ar e é a escolha usual para peças de geometria complexa e lotes grandes, em regime contínuo ou tipo câmara. A infrared aquece a superfície diretamente, encurta o ciclo e ocupa menos área — mas exige linha de visada para a peça, então geometria muito recortada pede convectiva. Em área classificada, a infrared a gás catalítico opera sem chama.
Qual o tempo de cura?
Depende da tinta, da espessura da camada e da massa da peça — quem dita a curva é o fabricante do químico. Levamos essa curva para o dimensionamento e definimos comprimento de forno e velocidade de linha a partir dela.
Estufa contínua ou tipo câmara?
A contínua acompanha um transportador e faz sentido em produção seriada com fluxo constante. A tipo câmara trabalha por bateladas e serve a lotes variados ou volume menor, com investimento e área menores.
Aquecimento a gás ou elétrico?
O gás costuma ter custo operacional menor em volume alto; o elétrico tem instalação mais simples e controle mais fino. Também trabalhamos com vapor saturado quando a planta já tem caldeira. A conta fecha no consumo estimado do seu regime de produção.
Orçamento

O que informar para receber um orçamento preciso

Você não precisa chegar com a especificação pronta — mas quanto mais destes itens vierem no primeiro contato, menos ida e volta até a proposta.

  • Tipo e dimensões da peça a ser pintada
  • Volume de produção — peças por hora, turno ou mês
  • Tipo de tinta: líquida, em pó, verniz — e o fabricante
  • Tipo de sujidade a remover no pré-tratamento
  • Regime desejado: contínuo ou estacionário
  • Área disponível e pé-direito do galpão
  • Se já existe linha instalada e o que será aproveitado
Telefone(11) 2024-7777
WhatsApp(11) 99420-6054
FábricaRua Manoel da Costa, 769 — Vila Ema — São Paulo/SP

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